segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Prendinhas

Tanta expectativa com o Natal, e afinal passou num ápice. Mais uma vez a correria para comprar as prendas, depois o stress de as embrulhar e as entregar para em 5 minutos se rasgar todo o trabalho que demorou semanas a preparar.
Independentemente disso existe sempre um ritual no Natal que me fascina, associado à união da família, um sentimento qualquer que não sei bem explicar e que se reflecte nos risos e conversas, no cheiro a lareiras ou a doces típicos acabados de fazer, na tradição e rotinas (que me fazem sentir segura e estável), e até nas prendas que por mais simples que sejam demonstram que quem as oferece me conhece e me é íntimo. Bem, ou pelo menos algumas...
E este ano o saldo traduziu-se num leitor de dvd, objectos para a casa (entre pratos, fondues, tigelas e objectos decorativos), lençóis (de feira pois claro, mas bem quentinhos), uma almofada para a banheira (agora é que vai ser!), gel de banho, um despertador e livros, de onde se destacam esses dois aí em baixo: "O Homem Pintado" e "O gato do Simon".




Já andava a *namorar* ambos os livros há bastante tempo, mas em época de crise existem outras prioridades, pelo que receber livros ganhou uma dimensão completamente diferente.
"O Gato do Simon" li-o de rajada logo na madrugada de dia 25. Eram 3:00 e estava eu deitada a rir às gargalhadas com os desenhos tão fiéis ao comportamento felino, enquanto o Pépe e a Zara me olhavam com ar ensonado.
Fiquei foi surpreendida por só ter recebido uma caixa de chocolates, e nem foram Ferrero Rocher, o que invalida a ideia da Lei de Murphy! E logo este ano que estava a torcer para receber uns porque já não comia há muito tempo e dá sempre jeito ter em casa para as visitas...

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