É triste descobrir o mercado da zona onde cresci passados 31 anos!
E foi por acaso!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Bonito serviço
É deveras interessante chegar ao trabalho e perceber que deixámos os documentos e todo o dinheiro em casa...
Bem....é uma forma de poupar certamente!
Bem....é uma forma de poupar certamente!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Miss Tangerina
Ai que ontem me deu uma vontade enorme de comer...Tangerina!! Imagine-se! Isto são saudades do Inverno, só pode!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Dune... Ou Duna para os amigos!
Estou louca para ter este livro! 

Já aqui tinha falado em como sou fã e tenho vivido ao longo dos anos esta obra, primeiro através do filme, depois através dos jogos de computador.
Só falta mesmo a obra escrita que agora foi editada em Português!
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Dono precisa-se
Já aqui tinha falado no cão que tem andado a deambular pela minha rua e locais circundantes. Não consegui ficar indiferente (apesar de ter tentado durante um tempo) e acabei por lhe dar comida. Durante uns dias não o vi e a minha preocupação aumentou, juntamente com a preocupação de ter visto que as malgas de comida que lhe tinha deixado num dos dias estavam completamente amassadas (passaram-lhe com um carro por cima) e no dia seguinte desapareceram.
Fiquei obviamente com a sensação de que o cão não devia ser muito bem vindo por ali o que aliado ao desaparecimento do cão não augurava nada de bom.
No entanto preferi pensar que simplesmente ele andava por outras paragens, talvez mais simpáticas.
Há bocado fui ao café e quando regressei dei de caras com ele. Parecia um duelo do faroeste - ficámos os dois a olhar um para o outro - pelo menos até ele vir a correr ter comigo. O sacana já me conhece! Ficou todo contente e veio a saltitar à minha frente com ar de brincadeira e desafio. Vim a casa a correr buscar-lhe comida e água limpa e aproveitei para lhe tirar umas fotos.

Não ficou lá muito fotogénico. O facto de ser de noite, usar flash e ele se assustar todo também não ajuda.
Aparenta ser novo, adora festas (até fecha os olhinhos e dá a barriga) e gosta de brincadeira e precisa de um lar urgentemente!
Fiquei obviamente com a sensação de que o cão não devia ser muito bem vindo por ali o que aliado ao desaparecimento do cão não augurava nada de bom.
No entanto preferi pensar que simplesmente ele andava por outras paragens, talvez mais simpáticas.
Há bocado fui ao café e quando regressei dei de caras com ele. Parecia um duelo do faroeste - ficámos os dois a olhar um para o outro - pelo menos até ele vir a correr ter comigo. O sacana já me conhece! Ficou todo contente e veio a saltitar à minha frente com ar de brincadeira e desafio. Vim a casa a correr buscar-lhe comida e água limpa e aproveitei para lhe tirar umas fotos.
Não ficou lá muito fotogénico. O facto de ser de noite, usar flash e ele se assustar todo também não ajuda.
Aparenta ser novo, adora festas (até fecha os olhinhos e dá a barriga) e gosta de brincadeira e precisa de um lar urgentemente!
Quero ir para a "cadeia"!
Este é o hotel indicado para mim! Uma antiga prisão de Boston foi reconvertida e é hoje um local central de diversão nocturna e um hotel de luxo. Simplesmente fantástico!

Solidões opacas
Lá de onde eu venho existe um mercado daqueles de rua, que costumamos designar de "mini" por não encher os requisitos de hipermercado ou algo do género.
Quando regresso a casa a paragem de autocarro onde costumo sair é pertíssimo, pelo que todos os dias passo à porta dessa zona comercial.
Há já algum tempo reparei que existe uma senhora que todos os dias à mesma hora, se senta no muro que circunda o mini mercado. Idosa, desloca-se vagarosamente com a ajuda de um andarilho, como quem faz da passagem do tempo o seu companheiro de viagem. A pele morena e enrugada envolve um corpo magro e talhado pelas indifirenças e dificuldades da vida. Os olhos vítreos de tristeza espelham uma realidade que ninguém quer ver ou sentir.
E depois fica ali, sentada, em silêncio a ver as pessoas passar, a ver a vida correr...
Só a vi sorrir uma única vez, altura em que se encontrava acompanhada por uma outra senhora também idosa e falavam animadamente. Os seus olhos ganharam luz e esboçou-se um sorriso de menina enquanto as palavras tropeçavam a sair da sua boca.
Mas foi apenas uma vez... essa vez.
O silêncio e solidão caracterizam-na e cada vez que ali passo e a vejo o meu coração encolhe-se, amargaruda pela minha falta de coragem ou pela minha impotência.
Ela tenta ligar-se ao mundo, mas o mundo desliga-se dela...
Quando regresso a casa a paragem de autocarro onde costumo sair é pertíssimo, pelo que todos os dias passo à porta dessa zona comercial.
Há já algum tempo reparei que existe uma senhora que todos os dias à mesma hora, se senta no muro que circunda o mini mercado. Idosa, desloca-se vagarosamente com a ajuda de um andarilho, como quem faz da passagem do tempo o seu companheiro de viagem. A pele morena e enrugada envolve um corpo magro e talhado pelas indifirenças e dificuldades da vida. Os olhos vítreos de tristeza espelham uma realidade que ninguém quer ver ou sentir.
E depois fica ali, sentada, em silêncio a ver as pessoas passar, a ver a vida correr...
Só a vi sorrir uma única vez, altura em que se encontrava acompanhada por uma outra senhora também idosa e falavam animadamente. Os seus olhos ganharam luz e esboçou-se um sorriso de menina enquanto as palavras tropeçavam a sair da sua boca.
Mas foi apenas uma vez... essa vez.
O silêncio e solidão caracterizam-na e cada vez que ali passo e a vejo o meu coração encolhe-se, amargaruda pela minha falta de coragem ou pela minha impotência.
Ela tenta ligar-se ao mundo, mas o mundo desliga-se dela...
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Filmes de animação muito animados
Quando era pequena o meu dia a dia fazia-se através do visionamento de episódios do Willy Fog, Tom Sawyer, Bocas, ThunderCats entre outros. E obviamente que não só via os desenhos animados como os *vivia*, através de brincadeiras e do meu mundo de fantasia.
Os desenhos animados foram sendo substituídos por filmes de animação, sobretudo êxitos cinematográficos que me têm acompanhado desde então, mas é claro que existiu um "adormecimento".
Agora, por influência de outra pessoa estou a tentar descobrir mais sobre cinema de animação e desenhos animados, tentanto descobrir novas coisas.
Apresentaram-me o "Shaun the Sheep", mais conhecido em português como "Ovelha Xoné" e gostei bastante, mas ainda antes da Ovelha já conhecia o Urso Polar Bernard (Bernard the Bear).
Aqui fica uma demonstração que aliás, parece dos meus antigos jogos de basket. Aliás, a semelhança é assustadoramente real!
Os desenhos animados foram sendo substituídos por filmes de animação, sobretudo êxitos cinematográficos que me têm acompanhado desde então, mas é claro que existiu um "adormecimento".
Agora, por influência de outra pessoa estou a tentar descobrir mais sobre cinema de animação e desenhos animados, tentanto descobrir novas coisas.
Apresentaram-me o "Shaun the Sheep", mais conhecido em português como "Ovelha Xoné" e gostei bastante, mas ainda antes da Ovelha já conhecia o Urso Polar Bernard (Bernard the Bear).
Aqui fica uma demonstração que aliás, parece dos meus antigos jogos de basket. Aliás, a semelhança é assustadoramente real!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Clássicos do cinema em imagem
Descobri no "Cantinho da Zé" este link cheio de imagens deliciosas.
Aqui estão o James Dean e a Elizabeth Taylor. E esta einh? Agora fiquei cheia de vontade de ver e rever clássicos do cinema!

Aqui estão o James Dean e a Elizabeth Taylor. E esta einh? Agora fiquei cheia de vontade de ver e rever clássicos do cinema!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Histórias com finais felizes
A Pandora foi uma cadela que resgatei, há cerca de 3 anos, de um parque de estacionamento de uma superfície comercial. Estava com uma ninhada de carrochos acabados de nascer e no hipermercado onde se encontrava pensavam em chamar o canil para a recolher a ela e aos filhotes.
Não conseguindo ficar indiferente, no alto da minha inexperiência em situação de resgate de animais, contactei com um amigo na esperança de arranjar uma solução. Em conjunto lá a tirámos do parque de estacionamento (a ela e aos filhotes), demos-lhe guarida umas noites e após contacto prévio entregámo-la na União Zoófila que a acolheu.
As coisas não correram da forma prevista e entrei em despique com esta instituição protectora dos animais por razões que me escuso agora a comentar e explicar.
O que é certo é que após alguns anos de sócia, madrinha de uma cadela e diversos donativos e ajudas prestadas, saí da União Zoófila com um enorme rancor e um peso enorme no coração. Para trás ficava a cadela que tinha resgatado, a Pandora, e uma cadela que tinha "amadrinhado", a Sasha.
Ao longo destes anos fui alimentando esta mágoa e este peso por não poder acompanhar e ajudar mais a Sasha e a Pandora, um peso que se foi cravando cada vez mais fundo ao ponto de fingir indiferença em determinadas situações que envolviam animais para me proteger emocional. É horrível, eu sei.
Ontem estava num dia mau, um dia em que essa indiferença não foi possível, em que o cão que costumo ver deambular lá pela rua me tocou mais fundo. Deixei-me abater por isso. E numa tentativa ténue e infrutífera para o tentar ajudar lá coloquei um apelo num site de ajuda a animais que frequentei há anos atrás.
E nessa sequência fiquei a saber que a Pandora, a cadela que resgatei há anos atrás e que estava na União Zoófila, tinha sido adoptada em Março. Está numa família que a faz feliz e cheguei mesmo a ver uma foto dela num sofá, no colo de uma criança - a sua nova dona.

O meu dia iluminou-se. Afinal é possível!! Por mais que me digam "não podes fazer nada" ou "há tantos assim" como tentativa de justificar a indiferença, a verdade é que por vezes conseguimos histórias com finais felizes.
E antes uma história a terminar bem que nenhuma...
Não conseguindo ficar indiferente, no alto da minha inexperiência em situação de resgate de animais, contactei com um amigo na esperança de arranjar uma solução. Em conjunto lá a tirámos do parque de estacionamento (a ela e aos filhotes), demos-lhe guarida umas noites e após contacto prévio entregámo-la na União Zoófila que a acolheu.
As coisas não correram da forma prevista e entrei em despique com esta instituição protectora dos animais por razões que me escuso agora a comentar e explicar.
O que é certo é que após alguns anos de sócia, madrinha de uma cadela e diversos donativos e ajudas prestadas, saí da União Zoófila com um enorme rancor e um peso enorme no coração. Para trás ficava a cadela que tinha resgatado, a Pandora, e uma cadela que tinha "amadrinhado", a Sasha.
Ao longo destes anos fui alimentando esta mágoa e este peso por não poder acompanhar e ajudar mais a Sasha e a Pandora, um peso que se foi cravando cada vez mais fundo ao ponto de fingir indiferença em determinadas situações que envolviam animais para me proteger emocional. É horrível, eu sei.
Ontem estava num dia mau, um dia em que essa indiferença não foi possível, em que o cão que costumo ver deambular lá pela rua me tocou mais fundo. Deixei-me abater por isso. E numa tentativa ténue e infrutífera para o tentar ajudar lá coloquei um apelo num site de ajuda a animais que frequentei há anos atrás.
E nessa sequência fiquei a saber que a Pandora, a cadela que resgatei há anos atrás e que estava na União Zoófila, tinha sido adoptada em Março. Está numa família que a faz feliz e cheguei mesmo a ver uma foto dela num sofá, no colo de uma criança - a sua nova dona.

O meu dia iluminou-se. Afinal é possível!! Por mais que me digam "não podes fazer nada" ou "há tantos assim" como tentativa de justificar a indiferença, a verdade é que por vezes conseguimos histórias com finais felizes.
E antes uma história a terminar bem que nenhuma...
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