segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Mickey Mouse on the house!

Que bom que é estar a bulir e de repente ouvir uma colega aos gritos a dizer que a cozinha está cheia de Mickeys!

A saga dos ratos no local de trabalho voltou!

Olha o Cabeçudo!

Na sexta-feira, entre uma versão muito manhosa de Karaoke, com bebida à mistura, houve quem dançasse de forma a imitar os cabeçudos, essas figuras típicas do carnaval. Basta imaginar a forma como os cabeçudos se mexem e dançam para imaginar o serão de sexta feira.

Hoje decidi procurar um pouco mais dos cabeçudos e acabei por ficar surpreendida. No Wikipedia Cabeçudos é uma freguesia de Vila Nova de Famalicão.

Depois descobri que Gigantones (ainda não percebi bem a diferença entre uns e outros) têm origem na mitologia germânica tendo aparecido, provavelmente pela primeira vez, num cortejo na Bélgica em 1389. Em Portugal tiveram a primeira aparição em 1893 nas festas d'Agonia em Viana do Castelo. Mais surpreendente ainda é que os Gigantones figuravam dos costumes Galegos, onde eram apresentadas em frente ao túmulo de Santiago!
A partir daí tornou-se popular e difundiu-se, passando a figurar nos cortejos carnavalescos até aos dias de hoje.

Como diria o Fernando Pessa, "e esta einh??!"

Politiquices rústicas

Tendo sido fim de semana de votações, foi mais um fim de semana de descobertas.
Quem acompanha este blog sabe que mudei há uns meses de casa, tendo ido morar nos subúrbios da capital. Era uma menina da capital, habituada a vir a pé para o trabalho e gastar pipas de massa na FNAC. Ao mudar de casa mudaram-se hábitos e estilos de vida.
Esta introdução serve para dizer que estava habituada a votar em Lisboa. Desde que sou eleitora que o faço e as eleições autáquicas passavam sempre pela mística de escolher o presidente de câmara da capital. Pela primeira vez votei para presidentes de câmara e junta fora de Lisboa. E foi uma sensação muito estranha!
Para começar as salas da escola primária onde votava deram lugar a um pavilhão desportivo, onde todas as secções de voto se encontram no meio do recinto.
E depois não deixou de ser engraçado estar a chegar ao local de voto e ver um aparato de roulotes e barraquinhas com farturas, algodão doce e bifanas. Pelos vistos votar proporciona um aglomerado de pessoas que justifica o negócio, mas não deixa de parecer um ambiente de festa ou de feira, deveras engraçado.
Quando surgiram os primeiros resultados das eleições andava a tentar ver as notas de rodapé, tentando descortinar o meu município, que nem sequer aparecia (tive de ver na net). Mas nisso notei uma diferença grande também. Pode ser apenas o entusiasmo inicial, mas a verdade é que mudar para um sítio mais pequeno faz-nos sentir mais próximos também, próximos da vida local, das dinâmicas que se vão instituído e surgindo. Antes das eleições andava interessada em ver quem eram os candidatos e o respectivo programa eleitoral quando em Lisboa muitas vezes nem sabia quem eram os candidatos à junta de freguesia da minha zona de residência.
E vê-se obra, e vibra-se com a obra. Os políticos estão mais perto da população e dos seus problemas, as iniciativas locais têm outro peso.
Lisboa é, efectivamente, uma cidade moderna, jovem e cosmopolita. Sinto falta das ruas e do sol, da oferta cultural, do comércio, das pessoas. Mas também é verdade que o país não é só Lisboa, que existe muito mais e, por vezes, até bem mais interessante. Os súburbios, as cidades pequenas, as vilas e aldeias têm o poder de nos envolver, de nos acolher, de nos fazer sentir que pertencemos ali, com um "aconchego rústico" enquanto que as grandes cidades nos fazem olhar de lado para os vizinhos que não conhecemos ou colocar uma expressão de frieza e indiferença ao que se passa à nossa volta.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Zombies


Estou completamente viciada na série de BD "The Walking Dead". A história gira em torno de um grupo de pessoas que tenta desesperadamente sobreviver após uma epidemia de proporções apocalípticas, levando a que os mortos despertassem e se alimentassem dos vivos.
O melhor dos livros (e que também é o que costuma acontecer nos filmes sobre esta temática) não é o zombie em si mas a profundidade psicológica das personagens, os dramas, a evolução, a caracterização da sociedade e da vivência em grupo.

Simplesmente fascinante.

Pânico no bus

Passados meses voltei a encontrá-lo.
Continua com o seu ar louco, a falar e a rir sozinho.
Que medo...!

Gatil Simãozinho

Tomei conhecimento deste projecto no Van Dog: o Gatil Simãozinho, projecto pedagógico da Escola EB 2.3 Santos Simões que pretende recolher, esterilizar e preparar para a adopção gatos em risco da cidade de Guimarães.

É incontornável a importância que este projecto tem, quer no apoio aos felinos, quer no desenvolvimento cívico dos alunos, tornando-os e preparando-os para serem melhores cidadãos.

É uma iniciativa de louvar. E diga-se de passagem que o gatil está FANTÁSTICO!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Orçamentos

Desde que mudei de casa a minha vida alterou-se radicalmente. Tive de fazer imensas cedências, conter-me nos gastos. Deixei de me mimar, de poder comprar o que queria ou de perder horas na Fnac a escolher a carrada de produtos que iria levar, de sair e comer fora com frequência. E a verdade é que depois de pagar as despesas (renda, água, comida para os gatos, etc.), me sobra pouquíssimo dinheiro que apenas serve para me manter até chegar ao fim do mês, pagar novamente as despesas e voltar ao mesmo. Por isso faz-me um bocado de confusão como é que pessoas que ganham o mesmo ou menos que eu passam o dia de trabalho nos corredores a comentarem o que compraram ou o que vão comprar, a mostrarem as roupas novas de marca ou catálogos de cantis e objectos que não lembram a ninguém.
E as conversas são só estas, de compras, roupa, modas. Conversas fúteis e simplistas, desprovidas de qualquer sentido ou profundidade. Ninguém se questiona sobre nada ou conhece outras realidades ou culturas. O que interessa é se a mala da Louis Vitton combina com os sapatos de berloques ou se compram ténis Nike ou Adidas de 150€.

No fundo isto é tudo rabugice matinal, revestida de uma grande dor de cotovelo, é o que é...
Mesmo assim gostava de perceber esta gestão, a sério que sim...

(...)

...calma, acabou de chegar uma delas a mostrar a mala. E as outras "ah, é gira!" (isto com sotaque à tia); "ah, custou 400€" (com o ar mais natural do mundo).

Meu Deus, o que eu não faria com 400€!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ajuda precisa-se!

A Bianca, Associação de protecção aos Animais sem Lar do Concelho de Sesimbra, além de ração e donativos necessita urgentemente de voluntários.

Radio Ga Ga

Gosto de ouvir rádio, de deixar músicas novas e salteadas inundar o ambiente. Mas ultimamente tenho reparado que a rádio passa cada vez menos música, uma vez que grande parte do tempo é dispendido com publicidade e conversa entre locutores. Ei! Se ligo o rádio é para ouvir música! Ainda por cima é tudo muito esquisito. É verdade que me estou a referir a estações de rádio destinados a uma franja da população mais nova, mas mesmo assim é esquisito. Os locutores deixam de tratar os ouvintes por "você", para passarem a usar o "tu", numa linguagem à "morangos com açúcar", cheia de pontapés no português, abreviaturas, calão e expressões adolescentes. Existem passatempos sem grande nexo, os locutores normalmente demonstram falta de cultura geral, as notícias são normalmente antigas (já com vários dias) e desprovidas de profundidade ou rigor.
E hoje gostei especialmente do tempo, cuja previsão era "está a chover lá fora." Hmm....se eu quisesse saber como estava o tempo lá fora olhava para a janela, eu queria mesmo era saber como ia estar ao longo do dia!
Será que estou a ficar velha? A verdade é que dou comigo cada vez mais a excluir este tipo de estações e a ouvir estações que os meus pais ouvem! Estou preocupada!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Sugestões

O que eu gostava de poder comprar estes dois cd's:
Lisa Ekdahl: Give me that slow knowing smile; e The Legenday Tigerman: Femina