* Estou com uma mega nódoa negra resultado do Bowling Matinal.
* Adormeci de barriga para cima e braços abertos, numa versão de Cristo moderno. Acordei a meio da noite com um gato a fazer do meu braço almofada e todo enrolado em mim.
* O Pépe e a Zara continuam a ser companheiros de alma. Cada vez que estou mal, triste ou a chorar, deitam-se ao pé de mim, a "guardar" a minha alma e a curar as minhas feridas.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Moda trendy
Acabei de descobrir o Alfaiate Lisboeta.
A lente daquela máquina fotográfica mostra uma Lisboa repleta de pessoas diferentes, modernas, multiculturais.
Gostava era de ser assim chique, de me vestir assim...
A lente daquela máquina fotográfica mostra uma Lisboa repleta de pessoas diferentes, modernas, multiculturais.
Gostava era de ser assim chique, de me vestir assim...
Bowling matinal
Que bom que é começar o dia com um espalho monumental nas escadas! Se estava meio a dormir acordei logo! Parecia que estava a jogar Bowling mas eu era a bola e ainda atirei ao chão dois pinos (estátuas de madeira, neste caso). Yehhh!
Tenho o braço todo raspado e o meu lindo rabo todo dorido. Cá por mim a culpa é dos Chakras!
Tenho o braço todo raspado e o meu lindo rabo todo dorido. Cá por mim a culpa é dos Chakras!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
E viva a crise!
Actualmente a palavra "crise" enche os meios de comunicação social e está na boca de toda a gente. Existem campanhas publicitárias de supermercados e todo o tipo de lojas à volta da situação económica mundial.
No meu caso a crise bateu-me à porta de mansinho. Fez "knock-knock", eu perguntei "quem é?" e responderam "é a dona crise!" e eu, estupidamente disse "ah, faz favor de entrar!". Isto para dizer que para mim a crise começou com a minha opção de mudar de casa. Até aí vivia de uma forma despreocupada, comprava o que queria, quando queria. Uma rica vida! Com a mudança de casa veio a independência mas também as despesas para pagar e
uma responsabilidade diferente o que me fez mudar o estilo de vida deixando, por exemplo, de passar serões na Fnac onde gastava pequenas fortunas. Agora é muito raro comprar livros e para não cair em tentação tento afastar-me o mais possível desses antros de cultura, como se fosse um vampiro e as livrarias estivessem impregnadas de água benta e crucifixos e alho por todo o lado.E a verdade é que isso me permitiu olhar para as minhas estantes de outra forma e passei a ler os livros que tinha comprado há muito tempo e armazenado na prateleira à espera de melhores dias. O meu objectivo passou a ser "ler todos os livros que tenho em casa" porque apercebi-me que mais importante que coleccionar livros era efectivamente lê-los e apreciá-los.

Mas existem excepções e de vez em quando lá cedo à tentação. Passei a frequentar alfarrabistas e comprar livros em feiras. Na feira do livro do Porto comprei um livro do Stephen King e um do Terry Pratchett a preços fantásticos. Ontem, no alfarrabista aqui perto do trabalho comprei mais três livros: "Coração de Papel", do Luís Louro (há muito que queria comprar um livro dele), "Pérolas a Porcos 2" do Stephan Pastis e "A História de Cristo" de Giovanni Papini. Os três livros ficaram-me a 5€.
A verdade é que se não fosse afectada pela crise possivelmente compraria estes livros a preços bem mais caros.
É caso para dizer que às vezes a crise compensa!
No meu caso a crise bateu-me à porta de mansinho. Fez "knock-knock", eu perguntei "quem é?" e responderam "é a dona crise!" e eu, estupidamente disse "ah, faz favor de entrar!". Isto para dizer que para mim a crise começou com a minha opção de mudar de casa. Até aí vivia de uma forma despreocupada, comprava o que queria, quando queria. Uma rica vida! Com a mudança de casa veio a independência mas também as despesas para pagar e
uma responsabilidade diferente o que me fez mudar o estilo de vida deixando, por exemplo, de passar serões na Fnac onde gastava pequenas fortunas. Agora é muito raro comprar livros e para não cair em tentação tento afastar-me o mais possível desses antros de cultura, como se fosse um vampiro e as livrarias estivessem impregnadas de água benta e crucifixos e alho por todo o lado.E a verdade é que isso me permitiu olhar para as minhas estantes de outra forma e passei a ler os livros que tinha comprado há muito tempo e armazenado na prateleira à espera de melhores dias. O meu objectivo passou a ser "ler todos os livros que tenho em casa" porque apercebi-me que mais importante que coleccionar livros era efectivamente lê-los e apreciá-los.
Mas existem excepções e de vez em quando lá cedo à tentação. Passei a frequentar alfarrabistas e comprar livros em feiras. Na feira do livro do Porto comprei um livro do Stephen King e um do Terry Pratchett a preços fantásticos. Ontem, no alfarrabista aqui perto do trabalho comprei mais três livros: "Coração de Papel", do Luís Louro (há muito que queria comprar um livro dele), "Pérolas a Porcos 2" do Stephan Pastis e "A História de Cristo" de Giovanni Papini. Os três livros ficaram-me a 5€.
A verdade é que se não fosse afectada pela crise possivelmente compraria estes livros a preços bem mais caros.
É caso para dizer que às vezes a crise compensa!
Olha o Chakra!
E ontem, depois de um jantar mais ou menos normal, descobri que apenas tinhas abertos os Chakras da Coroa e da Raíz. Assim, com a simplicidade de quem bebe um refrigerante.
Vá-se lá saber o que isto quer dizer...
Vá-se lá saber o que isto quer dizer...
terça-feira, 28 de julho de 2009
Aprendizagens felinas
O Pépe e a Zara aprendem muito um com o outro:
* A Zara aprendeu com o Pépe a miar e a responder quando a chamo. E também aprendeu a ir para a varanda e a fazer "gincana" nos ferros da varanda.
* O Pépe aprendeu com a Zara a afiar as unhas em sofás (os avós é que ainda não descobriram) e a beber a água da banheira depois do banho. Com espuma e tudo.
Só aprendizagens saudáveis, claro.
* A Zara aprendeu com o Pépe a miar e a responder quando a chamo. E também aprendeu a ir para a varanda e a fazer "gincana" nos ferros da varanda.
* O Pépe aprendeu com a Zara a afiar as unhas em sofás (os avós é que ainda não descobriram) e a beber a água da banheira depois do banho. Com espuma e tudo.
Só aprendizagens saudáveis, claro.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Novas descobertas e preço de pechincha.
Já tinha ouvido falar do Terry Pratchett mas nunca tinha lido nenhum livro dele.
Uma espécie de Neil Gaiman mas muito mais cómico (sim, porque Neil Gaiman consegue ser bem mórbido). Aliás, já tenho aqui na prateleira há algum tempo um livro escrito em parceria pelos dois autores (o "Good Omens"), mas por estar escrito em Inglês tenho adiado esse momento de leitura.
Na feira do Livro do Porto descobri o "Ritos Iguais" do Terry Pratchett a 3€ e aproveitei a oportunidade. Na semana passada decidi pegar nele porque achei que era uma leitura mais leve (e porque estava farta de ler "A febre" do Clézio, que aliás não consegui acabar).
A verdade é que adorei a aventura, a magia, que me fez relembrar o entusiasmo que sentia a ler o Harry Potter, onde sonhava e projectava mundos de fantasia que me alimentavam a imaginação.
Com apenas um livro fiquei fã e ando numa saga de procurar mais livros do mesmo autor. No entanto hoje sofri uma valente desilusão porque fui a duas livarias e nenhuma tinha livros dele em português (apenas uma possuía alguma coisa mas em inglês).
E de certeza que quando achar mais livros desta colecção não estarão a este preço...
Back to reality!
Deixei para trás o mar, o sol, a brisa que esvoaçava entre as árvores, o descanso e os grelhados, as leituras de Verão e as taças de gelado.
Regressei às folhas e papeladas, às viaturas de serviço a cairem de podre e com o depósito na reserva, à podridão, o frio e a tristeza de algumas condições humanas.
Que bom que é terminar as férias e regressar ao trabalho!
Regressei às folhas e papeladas, às viaturas de serviço a cairem de podre e com o depósito na reserva, à podridão, o frio e a tristeza de algumas condições humanas.
Que bom que é terminar as férias e regressar ao trabalho!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
Qualidades ou Defeitos?
Definitivamente cada vez tenho menos paciência para pessoas arrogantes. Existia uma altura em que tentava mediar a situação, tentava desculpar tudo e todos, mas parece que à medida que o tempo vai passando começo a deixar de ter disposição para aturar pessoas mimadas que se julgam donas da razão e do mundo.
Serei por isso pouco tolerante e compreensiva?
Serei por isso pouco tolerante e compreensiva?
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