Este foi um fim de semana diferente. Convidaram-me para uma espécie de "mini-vindimas", evento que para uma menina da cidade como eu soa sempre a rústico e interessante. Apesar de ser uma produção bastante pequena, apenas para consumo caseiro e a maior parte do trabalho já estar feito, quis participar na mesma. O dia começou cedo, demasiado cedo, e mesmo assim já existia quem estivesse na apanha da uva aquela hora. Os cachos, ainda molhados da chuva da noite anterior, moldavam-se às mãos à medida que os cortava e colocava no balde. E a minha tarefa foi esta, durante quase toda a manhã, entre risos e brincadeira.segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Vindimas
Este foi um fim de semana diferente. Convidaram-me para uma espécie de "mini-vindimas", evento que para uma menina da cidade como eu soa sempre a rústico e interessante. Apesar de ser uma produção bastante pequena, apenas para consumo caseiro e a maior parte do trabalho já estar feito, quis participar na mesma. O dia começou cedo, demasiado cedo, e mesmo assim já existia quem estivesse na apanha da uva aquela hora. Os cachos, ainda molhados da chuva da noite anterior, moldavam-se às mãos à medida que os cortava e colocava no balde. E a minha tarefa foi esta, durante quase toda a manhã, entre risos e brincadeira.sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Lar doce lar
Ontem, num momento de fraqueza em que precisava de pensar e me acalmar, senti que precisava de ver o mar, o azul do céu, o vento acariciar a minha cara e sussurrar-me ao ouvido as indicações que precisava para me orientar.revelava um sítio religioso onde se encontrava, ao fundo, a Igreja do Cabo que se encontrava fechada. Passei pela igreja e do outro lado deparou-se um cenário fantástico: o sol a pôr-se atrás do mar, enquanto gaivotas esvoaçavam por ali. 
Talvez por isso me tenha sentido tão bem ali. Foi como se já conhecesse aquele local há muito tempo.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Ausências
Novidades não existem, a não ser que o Pépe e a Zara andam possuídos para a brincadeira. Pelo menos isso...
terça-feira, 8 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Só podia ser nos Estados Unidos...
Que medo...
E o burro sou eu?!
Na imagem está retratado outro dos locais preferidos da Zara para dormir, que é em cima da minha cama. A situação em si não tem nada de fantástico, o Pépe também vai para lá. O que eu acho piada é que a Zara adora dormir encostada ao peluche (que comecei a pôr a jeito exactamente para ela se aconchegar). O peluche, um burro chamado Hermes, tem sido o companheiro de sonecas da Zara que prefere a companhia dele à do Pépe. Uma vezes encosta-se só (como na foto), noutras pousa a cabeça nas patas do peluche ou enrola-se nele.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
"Limpeza" a sério
E ainda mais giro é ela me perguntar se eu quero que ela lave o chão...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Chega-se aos 30 anos dá-me para isto...

Livrinho de BD comprado em Berlim sobre esse Universo fantástico que são os Zombies.
Aproveitei para ler na viagem de avião de Berlim-Lisboa. Ou seja, enquanto toda a gente lia coisinhas light e as revistinhas com 1 mês que existem nos aviões eu andava a ler livros esquisitos com mortos.
Leitura adequada portanto.
Agora só me falta comprar os outros 9 ou 10 volumes...
Deve ser a crise dos 30...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
História e Futuro

Ontem comemorou-se mais um aniversário da Segunda Guerra Mundial, neste caso, o 70º aniversário do início da guerra. A 1 de Setembro de 1939 a Alemanha invadia a Polónia e assim começava a uma guerra que levou à morte de milhões de pessoas, devastou cidades e incutiu uma cicatriz demasiado grande na história da humanidade.
Não sou conhedora dos grandes feitos históricos e muito menos de acontecimentos militares e bélicos. Sempre foram matérias que me passaram ao lado, embora recentemente tenha sentido uma maior afinidade e interesse em descobrir este tema, também influencida por amigos que sabem tudo acerca do assunto e por um pai que parece uma enciclopédia ambulante.
Ontem ao ler o artigo sobre a guerra questionava-se a vertente histórica da mesma. Como me disse mais tarde no café um amigo com quem comentei o assunto "Quem ve
nce é quem conta a história". E é verdade. Os vencedores são sempre os heróis, dotados de uma personalidade fantástica e de um código moral impecável e intocável. Os vencidos são sempre os bárbaros sanguinários de quem o mundo se livrou. Não quero aqui fazer juízos de valor ou defender o que quer que seja, apenas estou a questionar a história em si, a vertente dialéctica da história. E lembro-me que nós, portugueses, também temos muito orgulho dos nossos "Descobrimentos" e cada vez que digo isto lembro-me de uma professora dizer "nós não descobrimos nada! Os continentes já lá estavam, nós só os achámos!". E ainda por cima com extrema violência, com escravidão e devastação à passagem que são sempre as passagens históricas que se "esquecem" de contar.Recentemente fui à Alemanha, mais específicamente a Berlim. Embora não tenha sido a primeira vez é uma cidade que me consegue surpreender sempre. Na minha opinião Berlim é uma cidade muito bonita, charmosa, romântica. Mas tem também uma vertente histórico-social muito vincada. Numa esquina conseguimos ver retratos de história e na esquina seguinte um quadro
moderno do pós-guerra. E toca-me sempre. Deambulando pela cidade passamos por marcos e edifícios históricos, memoriais às vítimas da guerra, exposições sobre a segunda guerra mundial, sobre o nazismo, ou sobre uma cidade que ficou reduzida quase a cinzas. Mas existe a outra vertente, a vertente de uma cidade que limpou o pó e as feridas e se ergeu, se reconstruiu, sendo agora uma capital moderna, bonita e cultural onde pulula uma diversidade étnica impensável para os ditadores da altura, o que não deixa de ser irónico.
A mentalidade das pessoas é diferente. Começa-se a trabalhar mais cedo e também se sai mais cedo. Quando está sol, vê-se muita gente em esplanadas a beber a famosa cerveja que já faz parte da identidade cultural do país, ou num jardim a ler um livro. Não existem cães abandonados, pelo contrário, têm dono e estão bem tratados. Fico com a ideia de que realmente aproveitam a vida, é tudo feito num ambiente mais calmo, sereno.
E cada vez que termino a visita a Berlim, fico sempre com a sensação que ficou muita coisa para ver, que quero regressar.
É uma cidade de sonhos, de recomeços e reconstruções...
